Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Numa versão sem droga do Bob Marley

Derrepente tudo é estranho.

Não sei qual o comportamento mais adequado ou qual a emoção mais indicada, mas nem tão pouco quero pensar sobre isso.

O meu estado é zen defenitivamente zen.

Sinto-me bem assim, mesmo no meio dos problemas.

Finalmente alcancei uma certa passividade psicológica, uma saborosa paz que me invade apesar da minha vida continuar a desabar tanto como ontem ou talvez mais, mas não importa, não me aflige o suficiente.

Um dia de cada vez é o lema...

Os exames aproximam-se mais a cada dia que passa.

A saúde da mamã é demasiado instavel, a morte começa a ser uma hipótese.

A necessidade de estudar tudo e mais alguma coisa e num estudar nada por falta de apetite nesse campo.

O amor que vive longe e me deixa na expectativa da espera do lado positivo das probabilidades.

O lado frágeis da amizade.

As distâncias que as pessoas assumem, mesmo sem querer.

Enfim.. indepedentemente de todos os defeitos do meu mundinho de cartão continuo com o sorriso plantado na alma.. e isso é bom. Acho que a breve saída de sabado à noite me fez mesmo bem.

Sinto-me mais leve, com a força necessaria para enfrentar a dose diária de pequenos, médios ou grandes problemas.

 

 

 

 

música que me está a dançar na cabeça: ivete sangalo- levantou poeira
sinto-me: em estado zen
publicado por sombra esquecida às 15:09
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Sabes...

Foi num dia quente, no fim de Setembro que ao sabor do crepúsculo eu "desnasci" para nascer, pois nesse dia, nesse entardecer, tu apareceste.

E no exacto momento em que te vi, renasci, para uma nova vida, com o mesmo corpo mas agora envolto em sentimentos que até então desconhecia.

Fizeste disparar os alarmes do meu coração, o amor à primeira vista aconteceu, mesmo ali, em duas pessoas que não acreditavam nesse tipo de amor.

Eu ouvi a explosão dentro de nós e desde aí tudo se alterou, as emoções apareceram e nós construímos outras identidades com base no que nos tornavamos a cada dia, tu modificaste-me e eu modifiquei-te.

Assim de repente, o inesperado destino ensinou-nos a amar, como nos filmes, mesmo ao estilo "hollywodesco". Algo quase inreal, pelo menos para mim que ainda hoje não percebo com tanto sentimento cabe no peito.

E um coração apaixonado não vive no plural.

Não me peçam para deixar o meu coração pendurado à janela e seguir em frente com a vida...

não quero. não posso. não devo. não consigo. não me apetece. não e não e não.

De tudo o que te ultrapasse, eu só quero amizade e nada mais, será que é pedir muito?

 

Irrita-me que os amigos confudam as coisas, se encantem com as minhas imperfeições e depois saiam lesionados, entristece-me perder amigos por causas do coração.

Para não se magoarem eu procuro me afastar, quando eles não se afastam por si.

Perturba-me a insistência de alguns e mais que isso perturba-me ver nos seus olhos um sentimento demasiado especial.

Eu sou a pessoa errada para eles e não se deve de amar as pessoas erradas.

Tento fazer constantemente novas amizades que no inico até parecem que vão funcionar, pessoas que aparentam distinguir as coisas, pelo menos não existem elogios e afins, mas depois vem a aproximidade e com ela o sentimento que me assuta ainda mais porque crio elos de ligação tão fortes que custa largar, mas que começo a pressentir que o melhor é fugir é dar espaço antes de magoar quem não devo.

Amizade pura e nada mais que isso.

Tu sabes como sou imperfeita e eu sei como és imperfeito e mesmo assim à sombra do amor, achamo-nos perfeitos, afinal o amor é cego, mas isso é uma coisa nossa, mais ninguém nos deveria encarar dessa forma, tipo seres alucinados que procuram a  dor quando vivem num mundinho impecável onde podem facilmente encontrar quem defenitivamente os mereça.

 Já perdi pessoas imperdíveis, quando as vejo a passarem por mim na rua, sofro calada por saber como a amizade nos abandonou em prol de nada. Não quero que a cena se repita com outro imperdível, mas temo que quereres não interessem para nada nestas situações, porque tudo parece que acontece na mesma.

 

 

 

sinto-me: preocupada
música que me está a dançar na cabeça: endless love
publicado por sombra esquecida às 16:21
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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

...

Não gosto de sentir a tua ausência deste jeito.

Sinto-me desorientada,

perdida na minha própria existência.

Sem rumo.

Nem motivação.

Esqueço quem sou,

só para te recordar mais uma vez.

É perturbadora a perda do auto-controle e do amor próprio.

E o facto de tu continuares algures por aí imune a tudo.

Rei e senhor duma forataleza psicológica invejável.

Mesmo quando não estás e que até eu nao sinta dessa maneira,

o tempo urge,

os dias passam rápido,

naturalmente rápido ou demasiado rápido.

Acrescentam-se horas de sobrevivência e devoção na minha vida.

Já perdi a conta das semanas que passaram sem te ver

é defenitivamente tempo demais.

Mas também todo o tempo que passo sem ti é demais seja ele pouco ou muito, é demais, demais para mim,

intolerável.

Mas o que dói não sao os dias que já passaram sem ti,

porque a tua imagem vive nítida em mim.

Como se te estivesse a ver aqui e agora.

Tenho-te vincado em mim,

agrafado a cada pedaço do meu corpo,

mesmo sem te ter, sinto-te assim.

Total e completamente inclausurado no meu coração.

O que dói...

o que me aflige ...

é o amanha que terei que enfrentar,

mais uma vez longe de ti.

Mas afinal o que é a minha vida sem a tua?

Essa espécie de sobrevivência passiva.

Uma resistência.

Preciso de sair,

mesmo com a chuva,

mesmo que não apeteça.

Preciso de me sentir viva apesar de não estar,

porque o coração pode bater,

o sangue bombear,

eu posso até respirar,

tecnicamente estou viva,

mas de verdade te confesso que agarraste na minha vida quando apareceste.

Foste embora ,a minha vida foi contigo.

Então se não estás eu morro de pé,

vivo morrendo ou morro vivendo,

existo simplesmente.

Respeito o dom do nascimento que me deram e não o quero perder literalmente,

já me basta esta morte teórica, a morte da alma,talvez seja por isso que estou viva, talvez tenha sido só a minha alma que morreu.

Mas a alma num é eterna? Então como mataste a minha? As almas matam-se com amor? O mesmo amor que as faz resnascer como fénix's ardentes?

Não percebo.

Mas também não me apetece perceber.

Apetece-me somente que voltes para aqui ou que chegue depressa a hora de eu ir para aí.

Juntos temos de estar para eu poder ser eu, sem teorias, nem filosofias baratas, sem sentimentos de dor ou de mágoa que corroem por dentro como ácido, como veneno nas veias.

Juntos para que tu possas ser tu, em mim.

Para já nada pode ser assim,

o momento ainda não chegou,

tu continuas peter pan e eu continuo um cotomiço

já crescemos um bocado nos últimos tempos,

mas falta-nos crescer o resto.

Aceito a solidão, minha fiel dama de companhia,

que me encontra mesmo no meio da multidão, dos amigos,

encontra-me sempre.

Compreendo a distância aprendi a conviver com o sufoco dela,

sim porque ela  sufoca-me,

rouba-me sempre quem mais quero.

Aguento firme, refugiada em crenças e ideologias.

Luto sem forças (dizem que a coragem é isso)

Não me sinto corajosa,

sinto -me só com vontade de ser quem era,

vontade de sorrir como sorria,

cabia o mundo na minha gargalhada de menina.

Era tudo tão fácil,

quero que tudo volte a ser simplificado,

que não tarde até a vida voltar a rodar e se auto-decomplicar.

Para já, acho mesmo é que preciso de sair,

para desanuviar,

tentar esquecer no que me tornei,

por breves instantes que sejam,

até que com sorrisos de conveniência,

não importa,

é inrrelevante.

o importante é não lembrar do que sou agora na intoxicação da tua ausência.

 

 

 

 

 

música que me está a dançar na cabeça: billy joel - For the longest time
publicado por sombra esquecida às 17:46
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o comentário que fiquei a dever a um amigo

Oh meu querido sabes que inglês é o meu ponto fraco, como tal, preferi recorrer ao meu português, mas o que conta é a intenção e a intenção é de te agradecer por te estares a tornar naquele grande grande grande amigo. Obrigado também pelas conversas nas aulas de matemática e pelas outras na internet, é bom conversar com pessoas como tu, acredita. adoro-te miúdo.

E sabes... em relação ao resto eu às vezes também me imagino assim com 30 cães e gatos sozinha num velho apartamento alugado num bairro qualquer, cheio de historias e familias felizes ou a viverem de fachadas, um bairro pacifico e solarengo. E eu.. uma solteirona dedicada a causas humanitarias.
Mas acho que apesar disto não me suar assim tão mal,dependendo do tipo de vida que fizesse, penso poderia ser até agradável. Mas a vida também pode ser pintada noutras cores. A vida é uma surpresa, num instante vivemos deprimidos e no outro podemos alcançar a felicidade absoluta(o que faz parte desta nossa faixa etária... a instabilidade emocional).
Eu por mim prefiro continuar a me iludir com filmes e livros de finais felizes e histórias de encantar.
Em momentos em que penso na vida como um drama olho à minha volta e sabes o que encontro? Histórias de amor lindas maravilhosas, umas que deram certo outras que poderiam ter dado, tudo depende das escolhas de cada um, do que está disposto a arriscar. E romances de Hollywood não se esperam, acontecem assim de repente, sem racismos, nem preconceitos, nem reflexos. Não acontecem só aos brancos, nem só aos inteligentes, nem só aos ricos, nem só aos magros, nem só aos bonitos, nem só aos famosos, acontecem a qualquer um...basta o coração aberto e saber respirar a vida.
Sabes a parte dos filmes em que algo corre mal, em que as personagens sofrem, em que elas choram, na vida real dói mesmo e ainda mais, não tem tanto encanto quando são as nossas próprias lágrimas a cair, mas no fundo estás no filme da tua vida. E naqueles filmes como o twilight Bella nunca se tinha apaixonado antes, era reservada, vivia meia isolada mas de repente tudo surge, tudo muda.
Acreditar é poder.
Já dizia o outro o sonho é uma constante da vida tão defenida como outra coisa qualquer, com esta pedra cinzenta em que me sento e descanso, como este ribeiro manso em serenos sobressaltos... eles não sabem, nem sonham, que o sonho comanda a vida, que sempre que o homem sonha o mundo pula e avança, como bola colorida entre as mãos de uma criança.

Já tou a  escrever demais desculpa é intrinsico e crónico.
Txau Rafita.

sinto-me: sem tempo para tudo
publicado por sombra esquecida às 17:23
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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

Querido diario:

 

Engraçado como mesmo as pessoas que parecem perfeitas nos desapontam com tanta facilidade.

Há pessoas que julgam que por terem caracteristicas de princepes encantados podem jogar com sentimentos e emoções, manipular outras pessoas como peças de xadrez ou fantoches.

Pessoas que usam e abusam das suas qualidades.Seres que se transformam em puras decepções. E quando penso que as tive em tão boas considerações, sinto-me perturbada comigo mesmo.

Desculpa meu bem querer,  por só nestes momentos valorizar em pleno o teu coração que me deixaste nas mãos e por saberes cuidar de mim como ninguém.

Quero-te de volta agora, por favor protege-me. Quero-te de volta mais que a vida.

 

 

 

música que me está a dançar na cabeça: Debussy
sinto-me: o bobo da corte
publicado por sombra esquecida às 22:42
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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009

o meu sol da meia-noite

"Era impossivel o sol nascer ali, mesmo na metada da meia-noite"

 

-mas ele nasceu e assim permaneceu durante dois anos, depois apagou-se e sobrou a memória daquele clarão na minha vida. Agora sorrio porque não me apetece chorar, mas os meu olhos continuam húmidos, e o coração a bater fraco.

Preciso desse sol da meia-noite com urgência, respirar já dói com tamanha ausÊncia.

 

 

 

 

publicado por sombra esquecida às 20:56
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

More one..

Mais um dia se passou...

Comprei finalmente lentes de contacto, agora já posso ter os meus olhos cor de topázio.

Mais uma aula de código divertidissima por sinal.

E mais uma balda à aula de mat 12º , mas pelo menos desta vez foi pra imprimir um trabalho pra mat de 11º.

acabei de ler crespusculo, e no fim de semana passado ja vi mas duas vezes o filme (a mama diz: obcessivo) eu sei que sim mas não me importo com isso.

enfim mais um dia preturbadoramente normal....

 

 

 

 

música que me está a dançar na cabeça: a minha preferida- o riso dele
sinto-me: com vontade de escrever
publicado por sombra esquecida às 23:18
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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

Meu mundo ao contrario

 

 

 

"Será que dá por favor pra tu tentares ouvir o que eu estou dizendo? Será que tu me podes deixar tentar explicar o quanto significas pra mim?"

 [ new moon - twilight- stephene meyer  ]

 

 

 

 

 

 

Reconheço-te as imperfeições,

mas apesar, disso continuo a achar-te perfeito.

Demasiado perfeito par ser real.

 

Os dias continuam a passar depressa mesmo que não pareça, enquanto que eu sufoco com a tua ausência.

Cometeria loucuras se isso te trouxesse defenitivamente de volta, mas não trás, não a tempo de podermos mudar alguma coisa.

Ainda penso no teu adeus em aberto e cobarde que me deste um dia, talvez não tão covarde assim porque foste talvez mais maduro do que eu consegueria ser, tão racional.

Tornaria tudo tão mais facil se eu consegui-se esquecer o teu olhar penetrante de um verde dourado e aveludado, se eu esquece-se tua voz rouca, mas defenida, tão apelativa, o teu rosto tão angelical e atractivo, seu tivesse como esquecer o teu toque forte e frio, esquecer o teu sorriso torto e o piscar de olho que me acalma. seria tudo simpes, descomplicado mas contra o meu querer, pois quero-te recordar até morrer doa o que doer, foste bom demais.

 Eu fui feliz mesmo quando te afastaste por nao saber lidar com tanto sentimento, por teres medo de me magoar, de nao saber como agir, fui feliz contigo mas nunca sem ti. A tua presença era tudo, agora sobrevivo intoxicada com a  tua ausencia. Sou uma sombra do que fui.

 

Perdou-a me por ser humana tantas vezes e me deixar levar em promessas quentes, sempre me arrependo e é o frio do teu amor que volta para me aquecer com o seu gelo.

Ninguém me olhou como tu te atreveste a olhar -me. Aprendeste a petrificar-me.

Eu posso ser desajeitada, lunatica, ter os meus defeitos mas contigo eu sentia-os menores, nao olhavas para eles, so querias o meu sorriso, um sorriso que levaste contigo quando partiste, assim como a minha a vida.

Sim, porque sempre que não estás eu não vivo, eu existo simplesmente.

A minha impotência é dolorosa demais para um comum mortal, como também tu aguentas isto, se é o meu bem que queres, volta e deixa-me escolher o que é melhor para mim, não quero chorar mais.

 

minha droga, meu vicio maior, meu sol-da-meia noite, minha injecção de heroína, deixa-me sentir-te. esquece a razao e tudo o que nos mantêm afastados. Quero-te aqui. Está frio. Neva lá fora e o aperto no peito é mais fundo agora, o coração bate lento, tão lento que tem vezes que parece que desfaleço e não tenho os teus braços para me proteger e se cair nao estas aqui para me ajudar a  levantar. Pensa em nós , em tudo o que fomos um dia...

o maior perigo para mim é a dor de de viver longe de ti.

Se morresse para desnascer, e aparece-se de novo na tua vida acolherias-me no teu abraço?

Preciso dele. Peço em súplicas a uma entidade divina que me devolva o meu anjo.

 

 

Vem devagar e converte-te ao sentimento, tu não sabes nem consegues imaginar o tanto que eu sinto por ti, era a minha existencia que dava como moeda de troca pela tua. proque onde quer que eu podesse estar não importa mas tu, tu tinhas de estar aqui vivo, intacto pois só assim o mundo faria sentido.

 

 

luto por cada respiraçao, para que seja a ultima longe de ti, mas que isso nao signique o meu fim, mas sim o nosso começo. apareceste para ficar, para sempre.

 

conheço-te tao bem como sempre te conhece-se, sei te de cor cada gesto, cada reacção, cada traço de perfeição.

 

metade de mim que eu deixei escapar num acto involuntario. fase estupida que temos que passar, porque mais que um querer acreditar que é so uma fase é uma nececidade compulsiva.

 

 imagino tudo o que me podes dar, tudo o que te posso dar, tudo o que podemos ser e alcançar, e sonho com dias melhores. No fim da tempestade vem a bonança, assim com no fim da chuva vem o sol, mas a chuva custa mais a passar na tua ausencia.

e eu ja esgotei as palavras para tanto que sinto.

 

amo-te para sempre minha vida

 

 

música que me está a dançar na cabeça: a que tenho aqui de fundo
sinto-me:
publicado por sombra esquecida às 14:07
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os dias andam assim...

Mais um dia com as temperaturas demasiado baixas, eu nao gosto de frio. nao podia ser sempre verao?

ontem com a desculpa do frio ja me baldei ha aula de codigo. á noite o termemetros estao mesmo baixos, té doi os ossinhos.

hoje vim mais cedo para casa, faltei à aula da tarde, acho que estou me a tornar numa inresponsavel, mal me reconheço, mas enfim...

 

ontem desde o almoço que comecei a ler o primeiro livro da minha saga preferida e já so me faltam 80 paginas para o fim, mas verdade é que a cada frase mais que no filme, me revejo em bella e reconheço alguém na parte mais humana de edward. já só penso em sabado quando posso viver uma real historia de amor, sem linhas nem paragrafos, a minha historia. Tenho falta da minha droga especial que agora mal consumo, a distancia doí mais que a abstinência de uma substÂncia quimica, a ressaca é diaria e num ha jeito de ganhar habito nisso. as lembranças corroiem por dentro, um dia sera diferente eu sei, ate lá contento-me com os nossos bocadinhos, com simples o facto de saber que existes.

música que me está a dançar na cabeça: debussy - clair de lune
sinto-me: com sono
publicado por sombra esquecida às 13:39
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Debates

Sexta passada lá convenci a mama e ver twilight comigo, ela andava curiosa com o filme, nume certa expectativa tendo em conta a minhas constantes referências à saga, mas no fundo terror não é de todo o genero cinematográfico que ela mais aprecia.

O ver o filme acabar em aberto rebenta com a pergunta previsivel

" E então? acaba assim?"

" provisoriamente sim, tem continuaçao por isso é que andei a ler os livros para descubrir o fim desta ' love story ' "

" e então como é....?"

 bla bla bla bla

" oh sim é bonita, voces os jovens gostam deste genero, muita ficção, muita fantasia, é demasiado inreal, mas uma bela historia. ainda assim prefiro as tradicionais exitem muitos outros filmes romanticos encantadores."

" sim existem outros, mas não como este, à tua inrealidade eu chamo de metaforas, descodificas e tens uma grande historia de amor , um romeu e julieta dos tempos modernos e com final feliz".

"talvez..."

 

 (...)[o debate ficou por aí mas continuou com o rafa]

 

ter como companheiro de carteira nas aulas de matemática um outro viciado compulsivo na serie só podia dar em conversa fiada, nas últimas duas aulas temos tido debates interessantes sobre o filme, os livros, mitos , vampiros, crenças e afins.. uma contidade de temas adjacentes à história.

 

Resumindo a coisa... para mim, é uma história de amor vivo, gosto dela talvez um pouco por me rever nelas, pelo menos em partes da minha vida, identifico-me. as baladas que acompanham o filme fazem -me sonhar talvez por ser uma sentimentalóide mas enfim.

ela dava a vida para estar com ele. ele morria se ela nao existisse. mas para ela, mesmo que morta o mundo nao teria graça se ele não vivesse nele.

ele odiou-a no inicio por nao saber lidar com tanto sentimento, com o medo, com o perigo.

ambos lutaram por um final feliz.

No fundo a historia poderia ser contada como ambos sendo humanos, que se apaixonaram ao primeiro olhar, ele o tipico macho nao soube lidar com a existencia de tanto amor e desejo, mas acabou por ceder quando a distancia dela se tornou insoportavel. ficaram juntos o tempo suficiente para nao saberem existir um sem o outro é como se desde sempre se conhececem. o lado carnal do romance era bom mas nao era vital, as coisas simples já marcavam tanto. surgiram as adversidades da vida, que sempre surgem, eles afastaram-se, sofreram, cometeram loucuras, um dos lados cedeu á tentaçao de ter um outro alguem de tentar esquecer, de dar uma oportunidade a si mesmo, devideu-se entre dois seres, mas na hora de escolher o coração ditou , falou mais alto. masi adversidades apareceram que podem ser entrepertadas das mais variadissimas formas quando trzidas para vida real, mas eles com tanto sentimento superaram todos e o amor venceu.

 

 

o livro é tambem interessante por assumir temas como vampiros que é o tempero do romance, tipo o sal e a pimenta desta saga , o que a torna especial.

faz-me pensar na discriminaçao. porque os vampiros costumam ser maus nao quer dizer que todos sejam, nao se deve gerenalizar, nem rotular alguem so pela capa.

mitos hurbanos, chegamos á conclusao de que tem fundamento, já que toda a gente tem os seus, nao sao inventados, tem uma raiz para nascerem com o factor de que quem conta  conto aumenta um ponto. entao os vampiros podem existir camuflados na sociedade, até que existem doenças raras e antigas que foram as criadoras das lendas de vampiros e afins.

mas mesmo que existam mantem o segredo e quem descobre nao resta para contar e talvez seja melhor assim.

e por aí fora os debates continuaram pai natal, tarzan, transilvania, romenia, uma ida a forks, Deus, mitologia grega, egipsia, hercules, ovnis, extraterrestres, bruxas, espiritos, poderes sobrenaturais que a nossa mente tem mas so alguns os conseguem usar, sexto sentido, enfim uma carrada infinita de assuntos meio filosoficos....

e depois os exercicios e atenção na aula a gente bem sabe rafa....

 

 

música que me está a dançar na cabeça: our last summer - abba
sinto-me: saturada do frio
publicado por sombra esquecida às 17:09
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